“De sacola e bordão, o velho Garrinchas fazia os possíveis para se aproximar da terra. A necessidade levara-o longe de mais. Pedir é um triste ofício, e pedir em Lourosa, pior. Ninguém dá nada. Tenha paciência, Deus o favoreça, hoje não pode ser – e beba um desgraçado água dos ribeiros e coma pedras!”
Assim se inicia o conto Natal de Miguel Torga, uma das vinte e duas narrativas que constituem a obra Novos Contos da Montanha.
Voz singular na literatura portuguesa do século XX, Torga retrata nos seus contos um Portugal agrário, em imagens reais, dramáticas e ao mesmo tempo líricas que revelam a dura humanidade de um povo.
Obra lindíssima e leitura imperdível, estes contos farão ótima companhia aos nossos leitores durante esta quadra natalícia.
Para ler e desfrutar.
Assim se inicia o conto Natal de Miguel Torga, uma das vinte e duas narrativas que constituem a obra Novos Contos da Montanha.
Voz singular na literatura portuguesa do século XX, Torga retrata nos seus contos um Portugal agrário, em imagens reais, dramáticas e ao mesmo tempo líricas que revelam a dura humanidade de um povo.
Obra lindíssima e leitura imperdível, estes contos farão ótima companhia aos nossos leitores durante esta quadra natalícia.
Para ler e desfrutar.
